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	<title>Banda DOM &#187; Formação</title>
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		<title>Banda DOM</title>
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		<item>
		<title>leia o poema COTIDIANO E ETERNO de Augusto Cezar!</title>
		<link>http://www.domproducoes.com.br/blog/2011/05/16/cotidiano-e-eterno-de-augusto-cezar/</link>
		<comments>http://www.domproducoes.com.br/blog/2011/05/16/cotidiano-e-eterno-de-augusto-cezar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 May 2011 09:40:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação]]></category>

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		<description><![CDATA[   "Na vida de cada um de nós há um deserto a ser atravessado. Há um tempo para experimentarmos a aridez e a solidão..."]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.domproducoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/ressurreição-2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1000" title="ressurreição 2" src="http://www.domproducoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/ressurreição-2.jpg" alt="" width="550" height="614" /></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mensagem de Páscoa de Bento XVI</title>
		<link>http://www.domproducoes.com.br/blog/2011/04/27/mensagem-de-pascoa-de-bento-xvi/</link>
		<comments>http://www.domproducoes.com.br/blog/2011/04/27/mensagem-de-pascoa-de-bento-xvi/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 09:43:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação]]></category>

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		<description><![CDATA[     Na vossa Ressurreição, ó Cristo, alegrem-se os céus e a terra" (Liturgia das Horas).

Amados irmãos e irmãs de Roma e do mundo inteiro!

A manhã de Páscoa trouxe-nos este anúncio antigo e sempre novo: Cristo ressuscitou!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<em>In resurrectione tua, Christe, coeli et terra laetentur</em> – Na vossa Ressurreição, ó Cristo, alegrem-se os céus e a terra&#8221; (Liturgia das Horas).</p>
<p>Amados irmãos e irmãs de Roma e do mundo inteiro!</p>
<p>A manhã de Páscoa trouxe-nos este anúncio antigo e sempre novo: Cristo ressuscitou! O eco deste acontecimento, que partiu de Jerusalém há vinte séculos, continua a ressoar na Igreja, que traz viva no coração a fé vibrante de Maria, a Mãe de Jesus, a fé de Madalena e das primeiras mulheres que viram o sepulcro vazio, a fé de Pedro e dos outros Apóstolos.</p>
<p>Até hoje – mesmo na nossa era de comunicações supertecnológicas – a fé dos cristãos assenta naquele anúncio, no testemunho daquelas irmãs e daqueles irmãos que viram, primeiro, a pedra removida e o túmulo vazio e, depois, os misteriosos mensageiros que atestavam que Jesus, o Crucificado, ressuscitara; em seguida, o Mestre e Senhor em pessoa, vivo e palpável, apareceu a Maria de Magdala, aos dois discípulos de Emaús e, finalmente, aos onze, reunidos no Cenáculo (cf. Mc 16, 9-14).</p>
<p><strong>A ressurreição de Cristo não é fruto de uma especulação, de uma experiência mística: é um acontecimento, que ultrapassa certamente a história</strong>, mas verifica-se num momento concreto da história e deixa nela uma marca indelével. A luz, que encandeou os guardas de sentinela ao sepulcro de Jesus, atravessou o tempo e o espaço. É uma luz diferente, divina, que fendeu as trevas da morte e trouxe ao mundo o esplendor de Deus, o esplendor da Verdade e do Bem.</p>
<p>Tal como os raios do sol, na primavera, fazem brotar e desabrochar os rebentos nos ramos das árvores, assim também a irradiação que dimana da Ressurreição de Cristo dá força e significado a cada esperança humana, a cada expectativa, desejo, projeto. Por isso, hoje, o universo inteiro se alegra, implicado na primavera da humanidade, que se faz intérprete do tácito hino de louvor da criação. O aleluia pascal, que ressoa na Igreja peregrina no mundo, exprime a exultação silenciosa do universo e sobretudo o anseio de cada alma humana aberta sinceramente a Deus, mais ainda, agradecida pela sua infinita bondade, beleza e verdade.</p>
<p>&#8220;Na vossa ressurreição, ó Cristo, alegrem-se os céus e a terra&#8221;. A este convite ao louvor, que <strong>hoje se eleva do coração da Igreja, os &#8220;céus&#8221; respondem plenamente: as multidões dos anjos, dos santos e dos beatos unem-se unânimes à nossa exultação.</strong> No Céu, tudo é paz e alegria. Mas, infelizmente, não é assim sobre a terra! Aqui, neste nosso mundo, o aleluia pascal contrasta ainda com os lamentos e gritos que provêm de tantas situações dolorosas: miséria, fome, doenças, guerras, violências. E <strong>todavia foi por isto mesmo que Cristo morreu e ressuscitou! Ele morreu também por causa dos nossos pecados de hoje, e também para a redenção da nossa história de hoje Ele ressuscitou.</strong> Por isso, esta minha mensagem quer chegar a todos e, como anúncio profético, sobretudo aos povos e às comunidades que estão a sofrer uma hora de paixão, para <strong>que Cristo Ressuscitado lhes abra o caminho da liberdade, da justiça e da paz</strong>.</p>
<p>Possa alegrar-se aquela Terra que, primeiro, foi inundada pela luz do Ressuscitado. O fulgor de Cristo chegue também aos povos do Médio Oriente para que a luz da paz e da dignidade humana vença as trevas da divisão, do ódio e das violências. Na Líbia, que as armas cedam o lugar à diplomacia e ao diálogo e se favoreça, na situação atual de conflito, o acesso das ajudas humanitárias a quantos sofrem as consequências da luta. Nos países da África do Norte e do Oriente Médio, que todos os cidadãos – e de modo particular os jovens – se esforcem por promover o bem comum e construir um sociedade, onde a pobreza seja vencida e cada decisão política seja inspirada pelo respeito da pessoa humana. A tantos prófugos e aos refugiados, que provêm de diversos países africanos e se vêem forçados a deixar os afetos dos seus entes mais queridos, chegue a solidariedade de todos; os homens de boa vontade sintam-se inspirados a abrir o coração ao acolhimento, para se torne possível, de maneira solidária e concorde, acudir às necessidades prementes de tantos irmãos; a quantos se prodigalizam com generosos esforços e dão exemplares testemunhos nesta linha chegue o nosso conforto e apreço.</p>
<p>Possa recompor-se a convivência civil entre as populações da Costa do Marfim, onde é urgente empreender um caminho de reconciliação e perdão, para curar as feridas profundas causadas pelas recentes violências. Possa encontrar consolação e esperança a terra do Japão, enquanto enfrenta as dramáticas consequências do recente terremoto, e demais países que, nos meses passados, foram provados por calamidades naturais que semearam sofrimento e angústia.</p>
<p><strong>Alegrem-se os céus e a terra pelo testemunho de quantos sofrem contrariedades ou mesmo perseguições pela sua fé no Senhor Jesus</strong>. O anúncio da sua ressurreição vitoriosa neles infunda coragem e confiança.</p>
<p>Queridos irmãos e irmãs! Cristo ressuscitado caminha à nossa frente para os novos céus e a nova terra (cf. Ap 21, 1), onde finalmente viveremos todos como uma única família, filhos do mesmo Pai. Ele está connosco até ao fim dos tempos. Sigamos as suas pegadas, neste mundo ferido, cantando o aleluia. No nosso coração, há alegria e sofrimento; na nossa face, sorrisos e lágrimas. A nossa realidade terrena é assim. Mas Cristo ressuscitou, está vivo e caminha connosco. Por isso, cantamos e caminhamos, fiéis ao nosso compromisso neste mundo, com o olhar voltado para o Céu.</p>
<p>Boa Páscoa a todos!</p>
<p><img src="http://img.cancaonova.com/noticias/noticia/BENTOXVI_assinatura.bmp" border="0" alt="" width="200" height="51" /></p>
<p><a href="http://www.domproducoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/pascoa1reuters.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-994" title="pascoa1reuters" src="http://www.domproducoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/pascoa1reuters-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" /></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Pietá, poema de Augusto Cezar</title>
		<link>http://www.domproducoes.com.br/blog/2011/04/25/970/</link>
		<comments>http://www.domproducoes.com.br/blog/2011/04/25/970/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 05:51:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação]]></category>

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		<description><![CDATA["Há dois mil anos atrás,
Sentada sobre o chão frio,
Uma mulher chora.
Em seus braços está um corpo sem vida.
Seu filho já não respira,
O coração já não bate,
Já não tem sonhos,
Não tem medos,
Não tem mais nada..."
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> <a href="http://www.domproducoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/Pieta1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-983" title="Pieta" src="http://www.domproducoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/Pieta1-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" /></a><a href="http://www.domproducoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/Michelangelos_Pieta_2.jpg"></a></strong> </p>
<div><strong> </strong> </div>
<pre>Há dois mil anos atrás,</pre>
<pre>Sentada sobre o chão frio,</pre>
<pre>Uma mulher chora.</pre>
<pre>Em seus braços está um corpo sem vida.</pre>
<pre> </pre>
<pre>Seu filho já não respira,</pre>
<pre>O coração já não bate,</pre>
<pre>Já não tem sonhos,</pre>
<pre>Não tem medos,</pre>
<pre>Não tem mais nada.</pre>
<pre> </pre>
<pre>Ontem de manhã,</pre>
<pre>Sentada sobre o chão frio</pre>
<pre>De uma rua de outra cidade,</pre>
<pre>Outra mulher contempla o passado que se perdeu</pre>
<pre>E o futuro que lhe foi negado.</pre>
<pre>Seu filho está morto também em seus braços.</pre>
<pre> </pre>
<pre>Em seu olhar firma-se um abismo</pre>
<pre>De revolta, incompreensão,</pre>
<pre>Impotência.</pre>
<pre>Que consolo, que esperança?</pre>
<pre>Que palavra pode-lhe ser dita?</pre>
<pre> </pre>
<pre>O sofrimento destas mulheres está além das palavras,</pre>
<pre>Onde nada mais tem ou pode dar sentido a sua dor.</pre>
<pre>Diante do seu olhar apenas nos calamos.</pre>
<pre>Silenciamos pelo que não compreendemos,</pre>
<pre>Pelo que somos incapazes de suportar.</pre>
<pre> </pre>
<pre>Esse silêncio rompe o tempo,</pre>
<pre>Transcende o espaço.</pre>
<pre>Na figura de duas mulheres,</pre>
<pre>Com filhos mortos em seus braços,</pre>
<pre>Mora o mistério da própria humanidade.</pre>
<pre> </pre>
<pre>Escrito por Augusto Cezar - DOM</pre>
<pre> </pre>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Pensamentos De Um Músico Cristão Na Semana Santa</title>
		<link>http://www.domproducoes.com.br/blog/2011/04/22/reflexoes-de-um-musico-cristao-na-semana-santa/</link>
		<comments>http://www.domproducoes.com.br/blog/2011/04/22/reflexoes-de-um-musico-cristao-na-semana-santa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2011 11:27:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação]]></category>

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		<description><![CDATA[    Pode um músico ter algo há dizer sobre a paixão de Cristo?Posso ter algo a partilhar com vocês sobre a experiência fundamental da nossa fé: o sofrimento, morte e ressurreição do Filho de Deus? Não sou teólogo ou filósofo.

          Sequer a religião é a matéria que leciono profissionalmente. Sou apenas um professor de violão...
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">  </h1>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-951" title="O_Cristo_Amarelo_Paul_Gauguin" src="http://www.domproducoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/O_Cristo_Amarelo_Paul_Gauguin.jpg" alt="" width="314" height="400" /></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: justify;">        Pode um músico ter algo há dizer sobre a paixão de Cristo?Posso ter algo a partilhar com vocês sobre a experiência fundamental da nossa fé: o sofrimento, morte e ressurreição do Filho de Deus? Não sou teólogo ou filósofo.</p>
<p style="text-align: justify;">          Sequer a religião é a matéria que leciono profissionalmente. Sou apenas um professor de violão, um músico cheio de tantas limitações. Mas meu coração me move mesmo assim. Não posso resistir. Tento, confesso envergonhado, mas não consigo lhe resistir. A morte e ressurreição de Cristo é a razão da minha fé e a minha fé é a razão da minha arte.</p>
<p style="text-align: justify;">          Não posso me aproximar de Cristo através de conceitos. Simples frases decoradas e formuladas não me ajudam nessa tarefa. Sou chamado a estar e permanecer ao seu lado, como os discípulos no Getsêmani: orando, vendo chorar gotas de sangue aquele que fez calar os ventos acalmando as tempestades. Aquele que ressuscitou mortos, curou doentes e multiplicou pães e peixes. Está aqui, tão perto de mim que quase ouço sua respiração ofegante e a voz vacilante pedindo que se passe este cálice sem que ele o beba. É fardo demais. É grande demais o peso que carrega.</p>
<p style="text-align: justify;">          Irrequieto, ele ajoelha e se levanta várias vezes e busca a companhia dos que o seguem. Mas ninguém o seguirá nesta noite mais escura. Ninguém poderá. Nem eu. Não pude repetir muitas vezes em minha a vida sua afirmação: Seja Feita A Sua Vontade! Neguei-lhe muitas vezes, meu Deus, o direito de dispor de mim, da minha vida. Escravizei-me no pecado, perdi minha liberdade querendo vive-la a qualquer custo. Pequei e esse pecado eu não tenho forças para carregar. Ofendi alguém muito maior do que eu e esse preço não tenho condição de pagar. Está acima das minhas possibilidades. Das minhas condições.</p>
<p style="text-align: justify;">          Quem carrega este peso é Ele: Jesus. Que agora desfila ao meu lado ensinando-me que devemos suportar o sofrimento e termos esperança. Deus não se cala. O véu se rompe de alto a baixo e nada poderá nos afastar do Amor de Deus. E o Amor de Deus fala. Comunica vida. Rola grandes pedras que nos sepultam em tristezas tão profundas que nos negam a felicidade. Deus é felicidade! A busca por Deus é a busca da própria felicidade! “Onde está meu Senhor?” – também em mim vibra essa pergunta. Onde o puseram? Não vejo mais sinais da sua morte. Da sua dor. As vestes estão ao chão.</p>
<p style="text-align: justify;">          Sinto-me abraçado. Posso tocá-lo. Posso tocar a razão da minha existência. Posso tocar Aquele que dá razão e sentido a tudo e a todos em minha vida. Porque Ele é a própria Vida.</p>
<p style="text-align: justify;">          E a minha vida é um canto de Louvor: Cristo ressuscitou!</p>
<p style="text-align: justify;">Augusto Cezar – DOM</p>
<p style="text-align: justify;">Twitter &#8211; @augustocezardom </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>NA VIDA TAMBÉM HÁ UM TEMPO PARA CHORAR</title>
		<link>http://www.domproducoes.com.br/blog/2011/04/19/na-vida-tambem-ha-um-tempo-para-chorar/</link>
		<comments>http://www.domproducoes.com.br/blog/2011/04/19/na-vida-tambem-ha-um-tempo-para-chorar/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 10:26:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação]]></category>

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		<description><![CDATA[- Mamãe posso deitar aqui com você um pouquinho? É que o sono não vem...
- Mas só um pouquinho, hein? - Disse a mãe, com uma voz que era misto de rigor cumplicidade.
Na verdade, ela ficava esperando estes encontros na hora de dormir já que durante o dia estava tão ausente...
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>NA VIDA TAMBÉM HÁ UM TEMPO PARA CHORAR</p>
<p>(Augusto Cezar &#8211; DOM)</p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">- Mamãe posso deitar aqui com você um pouquinho? É que o sono não vem&#8230;<br />
- Mas só um pouquinho, hein? &#8211; Disse a mãe, com uma voz que era misto de rigor cumplicidade.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Na verdade, ela ficava esperando estes encontros na hora de dormir já que durante o dia estava tão ausente de casa e muitas vezes pouco saberia de sua filha não fosse o medo do escuro e a natural insegurança da menina que agora dormia sozinha num quarto só seu.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Elas ficavam deitadas rindo das &#8220;novidades&#8221; do colégio, dos namoros e paixões que pareciam contagiar as amiguinhas da filha e traziam doces lembranças para a mãe. Muitas noites ela recontava para a menina como os pais haviam se conhecido: o primeiro encontro, as trocas de olhares, o primeiro beijo, os ciúmes adolescentes&#8230; E também do dia que descobriu que estava grávida, da apreensão e da felicidade no parto, de como o pai encheu o apartamento de flores do campo para a &#8220;princesa&#8221; que chegaria da maternidade. E assim elas matavam um pouco da saudade que ele deixava. Parece mesmo que estava apenas viajando.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Eram muito amigas e confidentes. Nestes momentos, no silêncio da noite, a mãe cantava uma canção que lhes fazia companhia desde os primeiros momentos. A menina pedia e a mãe sempre cantava no escuro, com a mão pousada sobre seus cabelos escuros e lisos. Embalada, a menina escutava, e lentamente parecia flutuar num universo de sons, imagens e sonhos. Adormecia sorrindo.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Naquela noite a mãe disse:</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">- Eu e minha mãe também tínhamos uma canção. Você quer ouvir?</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">E cantou, lembrando um sentimento há muito esquecido. E tornou a se sentir um pouco criança novamente. E Chorou. Um choro bonito e soluçado, cheio de saudade da mãe que já não estava mais ali para cantar para ela, para lhe confidenciar segredos e derramar esperanças no &#8220;novo dia&#8221;. As lágrimas caiam e, se lembrando da filha, dizia meio sem graça, como se tivesse sido descoberta:</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">- Eu sei que não é justo reclamar, que Deus sabe o que faz e que a minha mãe deve estar muito bem. Viveu uma vida linda e foi uma mãe maravilhosa, eu entendo, mas&#8230;</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">E não conseguiu completar a frase, pois agora quem lhe carinhava os cabelos era a filha.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">- Não fica triste&#8230; Sabe o que é, mamãe &#8211; disse a menina com a voz mais suave que sabia fazer - é que, às vezes, a dor é maior que a compreensão.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><em>Há um tempo para tudo sob sol. Devemos aprender todos dias a chorar com os que choram e se alegrar com os que se alegram. Que nós possamos, como ministros de música, acolher a alegria, as vitórias e também a dores de nossos irmãos. Em tudo partilhar a vida com nosso próximo e sermos assim verdadeiros sinais do Amor de Deus</em></span><em><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">.</span></em></p>
<p><em><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Augusto Cezar &#8211; DOM</span></em></p>
<p><em></em><a href="http://www.domproducoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/tempo-pra-chorar.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-937" title="tempo pra chorar" src="http://www.domproducoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/tempo-pra-chorar.jpg" alt="" width="470" height="266" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>AGORA EU SOU FLAMENGO! Crônica Escrita Por Fred</title>
		<link>http://www.domproducoes.com.br/blog/2011/02/28/agora-eu-sou-flamengo-cronica-escrita-por-fred/</link>
		<comments>http://www.domproducoes.com.br/blog/2011/02/28/agora-eu-sou-flamengo-cronica-escrita-por-fred/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 09:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação]]></category>

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		<description><![CDATA[ Eu assumo : virei a casaca e hoje sou torcedor do FLAMENGO...
Calma... aos que ficaram espantados ...  eu explico ...
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>AGORA EU SOU FLAMENGO &#8230;<br />
 <br />
É isso mesmo &#8230; eu decici &#8230; agora sou Flamengo&#8230;<br />
Sempre ouvi a expressão “vira casaca”, mas nunca havia conhecido alguém que tivesse coragem de assumir essa condição. Eu assumo : virei a casaca e hoje sou torcedor do FLAMENGO&#8230;<br />
Calma&#8230; aos que ficaram espantados &#8230;  eu explico &#8230;<br />
Quando éramos crianças, mudávamos muito de cidade por conta do trabalho do meu pai. E ele (o Pachecão) sempre se orgulhou dizendo que torcia para o Corinthians (por ser paulista de nascimento) e para o Fluminense (por ter morado e amado muito o Rio de Janeiro). Portanto, para nós era uma tradição também: escolher um time para torcer no lugar onde morávamos naquele momento. Pois bem&#8230; como sou de Sorocaba, nasci torcendo para o São Bento, tive uma rápida e experimental passagem pelo Palmeiras (tentativa frustrada do meu padrinho de batismo) e ainda garoto me tornei São Paulino por influência do meu avô materno.<br />
Quando fui morar no RJ , não foi diferente. Escolhi um time para torcer na cidade maravilhosa:  Vasco da Gama &#8230; na época Bebeto e Romário jogavam juntos. Eu dizia que era o meu “segundo” time. O meu irmão Marcio, escolheu o Flamengo ( ele torce para o Corinthians em São Paulo&#8230; ). Assim estava formada nossa “trindade futebolística familiar carioca”: pai tricolor, e irmãos rubro-negro e cruz maltino &#8230;<br />
Mas, dias atrás eu fui surpreendido por um pedido especial: Meu sobrinho Davi, filho mais novo do Marcio, fez aniversário e me pediu uma camisa oficial do Flamengo de presente. Atendi seu pedido e liguei depois pra saber se ele realmente tinha gostado do presente. Ele disse que tinha gostado muito. Mas a conversa não ficou por aí &#8230;<br />
Ele me perguntou: “-Tio, você torce para que time?” Eu prontamente respondi: “-Para o São Paulo!”.  E ele completou com a ingenuidade peculiar de uma criança:<br />
“- Nãaaaaaaao tiiiiiiiuuuooo &#8230; que time você torce aqui no Riiiiooo!”<br />
Eu falei: “- Ahhhh no Rio ? Torço pelo Vasco”&#8230;<br />
Silêncio sepulcral &#8230; ele retrucou em seguida &#8230; “- Mas porque você não torce p/ o Flamengo?”  Eu respondi apenas um fraco “ -Porque não &#8230; “.<br />
Engraçado&#8230; nesse momento senti que não poderia ficar só nisso&#8230; Só no “porque não”? Eu precisava ir além&#8230; Precisava dar importância para aquele questionamento. E fui além&#8230; Então perguntei: “ Por quê Davi? Você não gosta do Vasco? Você gostaria que eu torcesse p/ quem? Ele disse como se fosse a coisa mais óbvia do mundo:<br />
“- Para o Flamengo né tiiiiiuuooo !!!”   (Entenderam a fonética?&#8230; RSS&#8230; )<br />
Eu disse: “- Você ficaria feliz se seu tio torcesse para o Flamengo então ? E ele respondeu com uma voz que deveria estar mostrando todos os dentes para o telefone: “- SIIIIM!!!”  E então eu finalizei:<br />
“-Então está combinado:  agora SOU FLAMENGO!”<br />
E ele soltou um grito demonstrando sua felicidade.<br />
Pois é &#8230; o que vejo de interessante nesse diálogo simples entre um sobrinho animado e um tio deslocado: esse garoto me ensinou mais um pouco a importância de como é simples fazer o outro feliz. Me lembrou que pode ser mais fácil do que a gente imagina se desprender de amarras e paradigmas que construímos ao longo dos anos. O que é um time de futebol em troca de um sorriso que pode nos preencher infinitamente? Eu pensei assim: por quê não posso mudar, ceder um pouco para fazê-lo feliz naquele instante? Talvez isso me tornasse melhor também. Talvez eu pudesse buscar no que o faz feliz (neste caso, o Mengo) um pouco de felicidade p/ mim também&#8230;<br />
E assim eu fiz. Busquei algo em comum com aquela criança. Algo que pudesse me trazer mais perto dela. Algo que pudesse tornar nossa vida mais próxima apesar da distância física. E o Flamengo fez isso entre nós. Senti que podia ser sincero. Que eu tinha uma oportunidade de mudar algo fácil em mim. Algo que não tinha tanta importância prática, apesar de eu acreditar que podia ser difícil afirmar que eu havia mudado algo em mim em favor do outro. E no final, vi que o que realmente importava era fazer o outro feliz. Jesus fez isso por nós. Sem falsidade. Ele entrou na casa dos diferentes para fazer a diferença na vida deles. Ele se fez igual naquilo que o outro tinha de melhor, sem perder sua essência, e com amor mudava o que estava ruim na vida deles. É isso que realmente importa. Podemos ser a diferença na vida do outro. Nem que para isso seja necessário mudar um pouco, ceder um pouco, se adaptar um pouco. Podemos mudar para fazer o outro feliz. Basta um olhar, Basta um querer. Basta uma atitude.<br />
Mas &#8230; paulistas de plantão &#8230; fiquem tranqüilos. Ainda sou São Paulino em São Paulo &#8230; mas agora torcerei firmemente pelo Mengão no Rio, minha terra de coração!! Afinal de contas meu coração foi pintado de vermelho e preto pelo amor do meu sobrinho Davi&#8230; UMA VEZ FLAMENGO &#8230; FLAMENGO ATÉ MORRER!!!</p>
<p><a href="http://www.domproducoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/fred-flamenguista.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-874" title="fred flamenguista" src="http://www.domproducoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/fred-flamenguista.jpg" alt="" width="470" height="266" /></a><a href="http://www.domproducoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/fred-flamenguista.jpg"></a></p>
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		<title>Produção Musical com Augusto Cezar e Duda Suliano</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 09:24:58 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Formação]]></category>

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		<description><![CDATA[Um bate papo com o pessoal do site "Eucaristia Music" sobre produção musical católica e Duda Suliano e Augusto Cezar - DOM...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segue um bate papo com o pessoal do site &#8220;Eucaristia Music&#8221; sobre produção musical católica e Duda Suliano e Augusto Cezar &#8211; DOM. Quem quiser conhecer mais do bonito trabalho que o pessoal do &#8220;eucaristia&#8221; realiza basta entrar no site <a href="http://www.eucaristiamusic.com.br/">http://www.eucaristiamusic.com.br/</a></p>
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		<title>Especial De Natal Na Rádio América!</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 22:04:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ouça o especial de Natal com Fred do DOM, rezando e cantando!     ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Clique e ouça o especial de Natal de Fred na Rádio América, São Paulo. O cantor do DOM faz uma profunda reflexão sobre a data do nascimento do Cristo e canta algumas canções do grupo.  </p>
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		<title>É Natal de Novo ou é Natal do NOVO?</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 10:16:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pequena reflexão sobre o Natal em 2010...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.domproducoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/natal-nascimento-de-jesus-a44a37.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-750" title="natal-nascimento-de-jesus-a44a37" src="http://www.domproducoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/natal-nascimento-de-jesus-a44a37.jpg" alt="" width="470" height="266" /></a></p>
<p>É Natal de novo!<br />
Ou será que é Natal do “Novo”?<br />
Enquanto escrevia estas linhas eu pensava:<br />
- O que dizer de diferente? Será que conseguirei escrever<br />
Algo de &#8220;novo&#8221; sobre o Natal? É preciso que tenha algo de &#8220;novo&#8221; a ser<br />
Dito sobre essa festa tão importante para todos nós cristãos?<br />
Sim, é preciso dizer de novo e de forma &#8220;nova&#8221; que o Amor nasceu!<br />
Porque o nascimento do Cristo nos convida sempre<br />
A reinventarmos nossas vidas, nossas relações com o mundo e com o próprio Deus<br />
E a reinventarmos mesmo a nossa própria fé.<br />
“Para que nós, homens e mulheres, pudéssemos nascer de Deus, Ele nasceu de uma mulher.” (Santo Agostinho ).<br />
A celebração do Natal é a celebração do &#8220;novo&#8221;, do inédito, do surpreendente na vida humana,<br />
Da Boa &#8220;Nova&#8221; que os pés do mensageiro correm para anunciar ao mundo.<br />
E somos todos mensageiros do Cristo!</p>
<p>Celebremos com devoção este dia!<br />
Alegrem-se os justos.<br />
É aniversário daquele que dá justiça.<br />
Alegrem-se os fracos e enfermos.<br />
É aniversário daquele que faz o bem às pessoas. Que se alegrem os cativos.<br />
É aniversário do Redentor!<br />
Que se alegrem os livres porque é aniversário daquele que nos faz livres!<br />
Alegrem-se todos os cristãos! É aniversário de Cristo!</p>
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		<title>Partilha da “Mamãe” Ana Paula Ismerim</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Dec 2010 11:05:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação]]></category>

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		<description><![CDATA[Ana Paula, esposa do Fred, faz uma partilha sobre sua gravidez. É a primeira filha do casal que está nascendo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Todos nós do DOM aguardamos com imensa felicidade o nascimento de Valentina, primeira filha de Fred e Ana. Os papais já fizeram até música para ela e você pode ouvir é só clicar <a href="http://www.nossobebevip.blogspot.com/">aqui</a></div>
<div>Segue abaixo um texto da mamãe Ana Paula:</div>
<div><a href="http://www.domproducoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/valentina.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-708" title="valentina" src="http://www.domproducoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/valentina.jpg" alt="" width="470" height="266" /></a></div>
<div>&#8220;Valentina Querida,</div>
<p>Nossa paixão pela música é algo que nos move. Todos que nos conhecem sabem muito bem disso. Sei que você já deve ter notado bem, porque onde estamos tem algum som tocando, não é mesmo?<br />
Assim, Valentina, não poderíamos nunca deixar de registrar este momento com uma canção.</p>
<p>Mas foi interessante a composição desta musica. Eu estava em oração quando uma poesia doce passou pelo meu pensamento. Pensava em você e lembrava de flores, jardim, alegria, motivação para a vida. E ao mesmo tempo meu coração se encheu de uma profunda gratidão a Deus por sua chegada entre nós.</p>
<p>Rapidamente peguei papel e caneta para escrever &#8230; E foi assim, pensando em você, nossa pequena flor, que registrei no papel uma poesia. Na verdade quando escrevi, não fiquei pensando na métrica que o papai sempre pede que a mamãe preze ao compor. Coloquei simplesmente o que estava no meu coração naquele momento. Por isso achei que ia ser só uma poesia da mamãe para a Valentina e que aquele registro ainda não dava música. Com certeza tinha o desejo de compor uma música, mas isto, na minha cabeça seria de outra forma.<br />
Pensei que depois, nós dois sentados juntos, papai e mamãe fariam uma letra e melodia ao mesmo tempo (papai na melodia e nós dois da letra rsrsrs).</p>
<p>Mas papai, quando chegou em casa, leu e se emocionou muito. Para minha surpresa, em dois dias fez uma melodia que mais parece uma canção de ninar suave e doce. Ele tocou a primeira vez para mim e é claro que choramos muito de emoção. Ficou linda!</p>
<p>É para você querida filha. Este simples, mas verdadeiro registro do que sentimos neste momento da nossa vida, onde estamos felizes pela sua chegada. A felicidade desta experiência não cabe em nós. O registro desta música nos leva a compartilhar esta alegria com todos que amamos.</p>
<p>Espero que esta música lhe acompanhe em todos os momentos da sua vida.</p>
<p>Você já percebeu que tudo que vivemos (papai e mamãe) tem uma trilha sonora e isso nos faz muito bem.<br />
Amamos muito você e desejamos que experimente esta alegria de ter na música uma forma de oração e encantamento por tudo que viver.<br />
Mamãe&#8221;</p>
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